quinta-feira, 27 de maio de 2010

Vou matá-la se não atender o telefone, acho que vou montar uma rede terrorista e convidadar a Thati. Beijos e vê se aparece logo, sua sem vergonha! Rs!

Cultura Estadunidense - Era para ser pequeno, né?

Como todo aspecto cultural de um país, há certa riqueza nos padrões dos Estados Unidos. No geral, a alimentação dos estadunidenses é extremamente questionável, adeptos do Fast Food, comidas conservadas artificialmente e alimentos gordurosos em geral. A música varia de acordo com a localidade, são presentes o Country, pop e rock principalmente, fora as outras manifestações musicais vindas de outras localidades juntamente aos imigrantes. Na vida dos Yankees, também há a forte presença de esportes como baseball, futebol americano e basquete principalmente.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Juliana, ESTÁ AQUI

Juliana, vou postá-los aqui para facilitar a sua cópia e tradução.

Tema 1 - Diálogo entre velhos amigos usando o Imperfeito do Indicativo

- Com licença, o seu nome é Júnior?
- É sim. Nós nos conhecemos?
- Sim! Sou Juliana, costumávamos brincar na área de lazer do prédio onde morávamos. Lembra-se?
- Caramba, Juliana, quanto tempo! Claro que eu me lembro, tínhamos muitos amigos e vivíamos correndo!
- É verdade! Muito prazer em revê-lo!
- O prazer foi todo meu! Lembranças aos seus pais!
- Aos seus também! Tchau, tchau!
- Tchau!

Tema 2 - Características da Família


Minha família é bem grande. Juntos, ocupamos a mesa inteira do café e ainda faltam lugares. Somos fisicamente parecidos, até mesmo os que não são consanguíneos.
Na minha casa, moramos eu, meus dois irmãos, meus pais e a minha avó paterna, Meu pai trabalha muito e a minha mãe toma conta da casa, dos filhos e dos cachorros auxiliada pela minha avó, que já é uma senhora bem idosa.
Eu sou a irmã mais velha, minha irmã do meio se chama Thatiana e é muito vaidosa, meu irmão caçula se chama Gustavo e é muito agitado e pode passar o dia inteiro jogando futebol, minha mãe, Valéria, é muito zelosa com a casa e os filhos, preocupa-se em manter tudo o mais limpo possível e conhece todos os produtos do mercado, meu pai, Agostinho, é carinhoso e atencioso, gosta de nos dar muitos beijos, minha avó, ------ (não sei o nome dela, rs) ---, é sorridente e falante. Juntos, formamos a família Silva Alves.


Eu enrolei para cacete para ficar com mais ou menos 100 palavras o texto da família. Não precisavam ser textos Drummonicos, né? rs
Eu tentei falar com você por toda a manhã para confirmar o tema do outro. É sobre a cultura norte-americana, dos EUA ou da Inglaterra?
Beijos!

Príncipe Dourado de Ouro

















(Príncipe Cauã - dependendo do seu olhar, notará os olhos ou o sorriso, ambos claros, límpidos)
Cauã é um menino doce e muito bom. Comunicativo e com absorção quase zero a coisas negativas.




Príncipe Dourado de Ouro


Em algum lugar bem distante do Centro
Pode achar um ser a qualquer momento
Um ser diferente, menor de altura
Cabelo comprido, rosto de moldura
Uma voz ouriçada, feito apito de coco
Pulo de macaco, de bicho louco
A gramática e dicção se misturam formando
Um grande ÃO
É um meninão, é um garotão
É só coração e ão, ão, ão
É dourado pelo Sol
É d´ouro por Deus
E é príncipe por mim
Só porque eu quis assim

Poesia Para Duda (homenagem da prima)
























(Duda e sua obra, tinha por volta de 7 anos nessa foto)
Duda é uma pequena poetisa moradora de Saquarema. Ela se inspira e, instantaneamente, cria belas poesias e músicas.


Duda


Mesmo sendo tão jovem
Tenho muito a dizer:
São versos, são frases
Minha cabeça não para!
São sonhos, são crases

Mesmo sendo tão jovem
Tenho muito a fazer:
Ensino tanta coisa
Me doo a quem precisa
Aprendo a ser amiga

Mesmo sendo tão grande
Me recuso a negar:
Sou criança, sim
Vai encarar?

De tão grande que sou
Mal caibo em mim
Meu corpo que de um metro e meio
Não passou
Então eu vou mais alto
Voo no passo-pássaro
Aquele que ecoa pelo alto da montanha
E vê o mar
De repente, balanço a cabeça
E estou no mesmo lugar!

Madureira























(Tarsila do Amaral - Carnaval de Madureira)
Tarcila do Amaral, notória artista plástica brasileira, passou o carnaval de 1924 no Rio de Janeiro, após voltar de uma viagem à Paris. Na obra, a artista centralizou a famosa Torre Eiffel parisiense.



Madureira

Que sorte ter esse olhar paranóico-urbano
Olhar que cobre nuvens acinzentadas de pó e sujeira
Nuvens que pairam sobre o céu de Madureira
Loucas, pávidas, sábias
E nesse olhar poeira-quebra-pedra
Olhar que atravessa
Outros olhos, poros, viaduto

Terra de nada, ninguém ou de todo mundo?
Do trabalhador, suado, do travesti, profano
Do homem afeminado que atravessa aquela avenida
Do som que saem dos postes
Do chão em que se ouvem as mortes
Anunciadas do alto do morro
Terra que grita SOCORRO
Mas que também grita perdão

O batuque daquela outra esquina, outrora apagada
Ecoa por mais tantas esquinas, todas iluminadas por nada
Posso ver tantos rostos, alguns repetidos
Posso ver tantos traços, alguns claros
Posso ver tantos olhos, alguns sofridos
Alguns ninguéns, poucos alguns, gente que se mistura
Feio água no pote
Água sanitária para espantar essa má sorte

Não vá esmorecer, a noite está para chegar
- Dorme, meu bem, que o pagode e o tiro estão para retomar
Retomar o morro, retomar o chão
Retomar o que já foi tomado
Enquanto você dorme, meu filho, rezo ao pai
Que nos proteja
E que o ajude a escolher o pagode ao tiro, meu bem
Porque de pagode ninguém morre - pelo contrário, vive mais
De tiro morre mais de cem, tudo jovem, ainda rapaz

Naquela outra esquina, mais um pouco de poeira
E foi aqui que me vi essa noite: Madureira