sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Inicio com o questionamento:
O que é apatia?

Passada a explicação do Banzo (Camys)
(POWER POINT FENÓTIPO)

Fenótipo

Fenótipo é o resultado da expressão dos genes, influência dos fatores amnientais e a possível relação entre os dois. São, basicamente, as características observáveis dos seres humanos. Cor de cabelo, pele e olhos são os exemplos mais práticos.

Passada a explicação de fenótipo

(Power Point dos Ka’apor)

Os índios Ka’apór têm a crença de que, ao enxergar o espírito de uma pessoa morta, morrerão. Eles denominam esses espíritos de Añang, termo normalmete traduzido como ‘diabo’, o que demonstra o tamanho do perigo que representa nessa cultura.
Darcy Ribeiro e Hans Forthman realizavam um filme em que o protagonista conta ter visto a alama de seu Falecido pai e que iria morrer pelo ocorrido. O índio, ainda jovem, deitou em uma rede e doid dias depois veio a falecer. A história levanta a hipótese da influência da crença num desenvolvimento biológico.

No texto, cita-se a curiosa história de uma mulher que, acreditando no poder dos brancos, abordou os pesquisadores do livro clamando por socorro. Ela havia visto um añang e pedia um añang-puhan, ‘remédio contra o diabo’. Diate da situação de desespero, os pesquisadores deram à índia um comprimido de vitaminas que foi considerado eficaz.

Até que ponto a crença é determinante para a saúde física de um indivíduo?

º Existe também o famoso mito do condenado à morte, que foi desafiado a participar de um teste. Cortariam seu pulso e o deixariam sangrando até que coagulasse ou morresse. Se coagulasse, o condenado seria absolvido da pena. Vendaram-no e fizeram um corte superficial em seu pulso, ao lado, ligaram uma torneira que goteava, goteava e o homem acreditava que era seu sange, gradualmente, os cientistas ou supervisores iam fechando a torneira, até que se fechasse por inteiro. O condenado teve um ataque cardíaco e morreu.

Até que ponto a sua crença afeta seu campo biológico?

Passada a explicação do Ka’apor
(Power Point dos Kaingang)


Índios Kaigang

Os Kaingang passaram o século vinte quase que por inteiro resistindo bravamente às tentativas de invasão de suas terras. No texto, é descrita uma dolorosa passagem na história dos Kaingang: A busca da expansão dos cafezais para o Oeste paulista fez com que surgisse a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, que tinha como percurso São Paulo - Corumbá. Esta resistência, em especial, dizimou a população Kaingang do local. Eles se percebiam impotentes em relação aos brancos, suas tecnologias não os alcançavam e nem seus deuses teriam poder sobre os brancos que se instalavam no local. No combate à resistência indígena, os construtores contrataram os chamados bugreiros, um segmento de extermínio indígena.


(POWER POINT DOS BUGREIROS)

* Os Bugreiros:
As tropas bugreiras compunham-se de 8 a 15 homens, caboclos, com vasto conhecimento do sertão e com um líder. O ataque bugreiro acontecia de sopetão. Agiam no clarear do dia e tinham o primeiro cuidado de cortar as cordas dos arcos e acordavam a tribo com tiros e facadas. O genocídio ocorria e davam pouquíssimas ou nulas chances de reação de defesa para os indígenas. Era comum usarem as crianças apresadas e os pedaços de corpos indíginas como ‘troféus’.
Também serviriam de seguranças para viajantes, tropeiros e agrimensores, já que os índios, comunmente ‘COAGIDO’ pela sociedade da época, poderiam atacá-los ao passarem por suas terras.
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Diante do genocídio, instalação da linha férrea e agressões desmedidas, os índios observaram a impotência de suas tecnologias e Deuses perante a essa sociedade branca que se instalava. Alguns índios vivos abandovam a tribo, descrentes, ou se deitavam na rede e morriam de uma doença ‘da alma’, a apatia.

Mas vale ressaltar que este acontecimento reacendeu o debate nacional sobre a "catequese" e "assistência" aos indígenas, que culminou com a criação do Serviço de Proteção aos Índios, em 1910, entregue aos positivistas liderados pelo Tenente-Coronel Cândido Mariano da Silva Rondon, já então um militar de grande prestígio.

Atualmente, existem duas tribos Kaingang em São Paulo, Vanuíre, com 90 índios Kaingang e Icatu, com 15 índios Kaingag. E eles não tem relação amigável com os brancos, salvo os pesquisadores que ficam nas tribos.


Fenótipo

Fenótipo é o resultado da expressão dos genes, influência dos fatores amnientais e a possível relação entre os dois. São, basicamente, as características observáveis dos seres humanos. Cor de cabelo, pele e olhos são os exemplos mais práticos.


(POWER POINT DO FENÓTIPO)
Os índios Ka’apór têm a crença de que, ao enxergar o espírito de uma pessoa morta, morrerão. Eles denominam esses espíritos de Añang, termo normalmete traduzido como ‘diabo’, o que demonstra o tamanho do perigo que representa nessa cultura.
Darcy Ribeiro e Hans Forthman realizavam um filme em que o protagonista conta ter visto a alama de seu Falecido pai e que iria morrer pelo ocorrido. O índio, ainda jovem, deitou em uma rede e doid dias depois veio a falecer. A história levanta a hipótese da influência da crença num desenvolvimento biológico.

No texto, cita-se a curiosa história de uma mulher que, acreditando no poder dos brancos, abordou os pesquisadores do livro clamando por socorro. Ela havia visto um añang e pedia um añang-puhan, ‘remédio contra o diabo’. Diate da situação de desespero, os pesquisadores deram à índia um comprimido de vitaminas que foi considerado eficaz.

Até que ponto a crença é determinante para a saúde física de um indivíduo?
Índios Kaigang

Os Kaingang passaram o século vinte quase que por inteiro resistindo bravamente às tentativas de invasão de suas terras. No texto, é descrita uma dolorosa passagem na história dos Kaingang: A busca da expansão dos cafezais para o Oeste paulista fez com que surgisse a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, que tinha como percurso São Paulo - Corumbá. Esta resistência, em especial, dizimou a população Kaingang do local. Eles se percebiam impotentes em relação aos brancos, suas tecnologias não os alcançavam e nem seus deuses teriam poder sobre os brancos que se instalavam no local. No combate à resistência indígena, os construtores contrataram os chamados bugreiros, um segmento de extermínio indígena.
* Os Bugreiros:
As tropas bugreiras compunham-se de 8 a 15 homens, caboclos, com vasto conhecimento do sertão e com um líder. O ataque bugreiro acontecia de sopetão. Agiam no clarear do dia e tinham o primeiro cuidado de cortar as cordas dos arcos e acordavam a tribo com tiros e facadas. O genocídio ocorria e davam pouquíssimas ou nulas chances de reação de defesa para os indígenas. Era comum usarem as crianças apresadas e os pedaços de corpos indíginas como ‘troféus’.
Também serviriam de seguranças para viajantes, tropeiros e agrimensores, já que os índios, comunmente ‘COAGIDO’ pela sociedade da época, poderiam atacá-los ao passarem por suas terras.

Diante do genocídio, instalação da linha férrea e agressões desmedidas, os índios observaram a impotência de suas tecnologias e Deuses perante a essa sociedade branca que se instalava. Alguns índios vivos abandovam a tribo, descrentes, ou se deitavam na rede e morriam de uma doença ‘da alma’, a apatia.

Mas vale ressaltar que este acontecimento reacendeu o debate nacional sobre a "catequese" e "assistência" aos indígenas, que culminou com a criação do Serviço de Proteção aos Índios, em 1910, entregue aos positivistas liderados pelo Tenente-Coronel Cândido Mariano da Silva Rondon, já então um militar de grande prestígio.

Atualmente, existem duas tribos Kaingang em São Paulo, Vanuíre, com 90 índios Kaingang e Icatu, com 15 índios Kaingag. E eles não tem relação amigável com os brancos, salvo os pesquisadores que ficam nas tribos.

(Power Point dos Kaingang e logo após, bugreiros)

Mas vale ressaltar que este acontecimento reacendeu o debate nacional sobre a "catequese" e "assistência" aos indígenas, que culminou com a criação do Serviço de Proteção aos Índios, em 1910, entregue aos positivistas liderados pelo Tenente-Coronel Cândido Mariano da Silva Rondon, já então um militar de grande prestígio.

Atualmente, existem duas tribos Kaingang em São Paulo, Vanuíre, com 90 índios Kaingang e Icatu, com 15 índios Kaingag.
(Power Point dos Kaingang e logo após, bugreiros)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Análise do filme ‘E Seu Nome é Jonas’
(And Your Name Is Jonah (TV Film) – USA/1979),
Diretor: Richard Michaels
Escritor: Michael Bortman
por

Gabriela Moura
Camila da Costa Quintal
Gabriella Constantino Alecrim da Silva
(Alunas regularmente matriculadas no curso de Pedagogia - UERJ. 1º período - turma 3 - turno:noite - 2010.2)





















O sensibilíssimo filme ‘E Seu Nome é Jonas’, que, no título, faz uma alusão à repetida frase do filme, traz a vida de uma criança surda à pauta, Jonas (Jeff Bravin). No decorrer do filme, mostram-se as adversidades a que são vulnerabilizadas as crianças com essa dificuldade e como esses problemas são contornados pela criança e sociedade. Dentro do enredo do filme podemos observar pontos negativos e positivos, que serão descritos abaixo.


º Pontos Positivos:




A relação família-criança é abordada com clareza no filme. Sua mãe, Jenny Corelli (Sally Struthers), tenta de todas as maneiras driblar a sua dificuldade para com a de seu filho Jonas (Jeff Bravin), se mostrando presente, paciente e batalhadora, dentro de uma sociedade repleta de preconceitos.
Seu avô (Titos Vandis) que age de maneira tão natural, parece ignorar qualquer suposta limitação da criança, leva-o sempre a gargalhar em meio a brincadeiras cheias de toque e presença, numa troca emocionante.

º Pontos Negativos:







A sociedade, dentro de um contexto quase que generalizado, encara a criança surda de uma maneira hostil que beira a crueldade. Seus vizinhos e amigos o enxergam como uma criança com deficiência mental e limitações de desenvolveimento além das que ele realmente possui.
A relação escola-aluno é delicada, e, apesar do esforço, a professora (Hilary Martin) trata de maneira exclusiva a Jonas, a quem tem dificuldade de dar atenção juntamente aos outros alunos.
Seu pai, Danny Corelli (James Woods), não aguenta a pressão que sofre dentro e fora de casa e abandona os filhos e a esposa, se abstendo da difícil criação do filho surdo.
A avó de Jonas (Penny Santon) se coloca duramente contra a procura de assistência social por parte de sua filha, acreditando que essa busca traria desonra à família.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

"Pesquisa Sensus mostra Dilma com 50,5% contra 26,4% de Serra"

"Pesquisa Sensus mostra Dilma com 50,5% contra 26,4% de Serra"


Dentro de uma análise política e social, nascem questionamentos acerca da divulgação de pesquisas de intenção de voto para as Eleições 2010. Dentro dos tópicos analisados, estão a influência que esses resultados podem exercer sobre a população, o poder manipulador que tem por trás dessas pesquisas, a falibilidade dos dados por conta do número de entrevistados em proporção à população geral, entre muitos assuntos abordados. Apesar de as pesquisas serem declaradas independentes de partidos, a grande mídia não veicula essas análises, tampouco questiona o valor das pesquisas, ressaltando a hipótese de que façam parte de um grande esquema de favorecimento e que haja grande circulação de dinheiro nessas negociações.