Inicio com o questionamento:
O que é apatia?
Passada a explicação do Banzo (Camys)
(POWER POINT FENÓTIPO)
Fenótipo
Fenótipo é o resultado da expressão dos genes, influência dos fatores amnientais e a possível relação entre os dois. São, basicamente, as características observáveis dos seres humanos. Cor de cabelo, pele e olhos são os exemplos mais práticos.
Passada a explicação de fenótipo
(Power Point dos Ka’apor)
Os índios Ka’apór têm a crença de que, ao enxergar o espírito de uma pessoa morta, morrerão. Eles denominam esses espíritos de Añang, termo normalmete traduzido como ‘diabo’, o que demonstra o tamanho do perigo que representa nessa cultura.
Darcy Ribeiro e Hans Forthman realizavam um filme em que o protagonista conta ter visto a alama de seu Falecido pai e que iria morrer pelo ocorrido. O índio, ainda jovem, deitou em uma rede e doid dias depois veio a falecer. A história levanta a hipótese da influência da crença num desenvolvimento biológico.
No texto, cita-se a curiosa história de uma mulher que, acreditando no poder dos brancos, abordou os pesquisadores do livro clamando por socorro. Ela havia visto um añang e pedia um añang-puhan, ‘remédio contra o diabo’. Diate da situação de desespero, os pesquisadores deram à índia um comprimido de vitaminas que foi considerado eficaz.
Até que ponto a crença é determinante para a saúde física de um indivíduo?
º Existe também o famoso mito do condenado à morte, que foi desafiado a participar de um teste. Cortariam seu pulso e o deixariam sangrando até que coagulasse ou morresse. Se coagulasse, o condenado seria absolvido da pena. Vendaram-no e fizeram um corte superficial em seu pulso, ao lado, ligaram uma torneira que goteava, goteava e o homem acreditava que era seu sange, gradualmente, os cientistas ou supervisores iam fechando a torneira, até que se fechasse por inteiro. O condenado teve um ataque cardíaco e morreu.
Até que ponto a sua crença afeta seu campo biológico?
Passada a explicação do Ka’apor
(Power Point dos Kaingang)
Índios Kaigang
Os Kaingang passaram o século vinte quase que por inteiro resistindo bravamente às tentativas de invasão de suas terras. No texto, é descrita uma dolorosa passagem na história dos Kaingang: A busca da expansão dos cafezais para o Oeste paulista fez com que surgisse a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, que tinha como percurso São Paulo - Corumbá. Esta resistência, em especial, dizimou a população Kaingang do local. Eles se percebiam impotentes em relação aos brancos, suas tecnologias não os alcançavam e nem seus deuses teriam poder sobre os brancos que se instalavam no local. No combate à resistência indígena, os construtores contrataram os chamados bugreiros, um segmento de extermínio indígena.
(POWER POINT DOS BUGREIROS)
* Os Bugreiros:
As tropas bugreiras compunham-se de 8 a 15 homens, caboclos, com vasto conhecimento do sertão e com um líder. O ataque bugreiro acontecia de sopetão. Agiam no clarear do dia e tinham o primeiro cuidado de cortar as cordas dos arcos e acordavam a tribo com tiros e facadas. O genocídio ocorria e davam pouquíssimas ou nulas chances de reação de defesa para os indígenas. Era comum usarem as crianças apresadas e os pedaços de corpos indíginas como ‘troféus’.
Também serviriam de seguranças para viajantes, tropeiros e agrimensores, já que os índios, comunmente ‘COAGIDO’ pela sociedade da época, poderiam atacá-los ao passarem por suas terras.
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Diante do genocídio, instalação da linha férrea e agressões desmedidas, os índios observaram a impotência de suas tecnologias e Deuses perante a essa sociedade branca que se instalava. Alguns índios vivos abandovam a tribo, descrentes, ou se deitavam na rede e morriam de uma doença ‘da alma’, a apatia.
Mas vale ressaltar que este acontecimento reacendeu o debate nacional sobre a "catequese" e "assistência" aos indígenas, que culminou com a criação do Serviço de Proteção aos Índios, em 1910, entregue aos positivistas liderados pelo Tenente-Coronel Cândido Mariano da Silva Rondon, já então um militar de grande prestígio.
Atualmente, existem duas tribos Kaingang em São Paulo, Vanuíre, com 90 índios Kaingang e Icatu, com 15 índios Kaingag. E eles não tem relação amigável com os brancos, salvo os pesquisadores que ficam nas tribos.

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